Tenho muita satisfação em recebê-lo em meu site. Aqui podemos compartilhar informações e você fica conhecendo um pouco mais do meu trabalho.
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   Abraços,
 Glorinha
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                                                       CURIOSIDADES
         O cantor, compositor e radialista carioca Almirante, irritava-se quando ouvia as pessoas cantarem o Happy Birthday para festejar o  aniversariante e resolveu promover um concurso para escolher uma música em português.
         A  música   escolhida  foi  a  quadrinha:  “Parabéns  a  você/  nesta   data querida/muita felicidade/ muitos anos de vida”, composta pela paulista, moradora de Pindamonhangaba, Bertha Mello (1902-1999).
         O “é pique, é pique, é  hora, é hora” surgiu de uma  brincadeira feita  pelo estudante do Largo de São Francisco: Mário Ribeiro da Silva,  juntamente com os colegas  Aru Medeiros e  Ubirajara Martins de Souza,  aplidado de Pique-Pique por ter o bigode de pontas retorcidas.
         Uma das versões conta que no dia do aniversário do Pique-Pique, ele queria ficar mais tempo festejando e, após o brinde ao aniversariante, Pique-Pique, Pique-Pique, ele acrescentou “Meia hora, meia hora, meia hora”. Essa brincadeira espalhou-se pelos estudantes e a “meia hora” foi substituÃda por  “é hora, é hora, é hora”. O “ra-tim-bum” foi acrescentado depois.
         A senhora Bertha de Mello ( pseudônimo Léa Magalhães )  compôs a canção “Capelinha do Arraiá”, cantada por Rolando Boldrin.
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Como colaboradora do site da novela Passione, fiz alguns comentários sobre etiqueta, comentando a atitude da persaonagem do Flávio Migliaccio, o tio Fortunato.
O link da matéria é:
          ETIQUETA SOCIAL FAZ A DIFERENÇA NOS RELACIONAMENTOS
                       PESSOAL, FAMILIAR , SOCIAL E PROFISSIONAL
         Uma pessoa educada não atrapalha ninguém.
         Viver não é difÃcil; difÃcil é conviver, proncipalmente com pessoas que não são educadas, pois não respeitam seus semelhantes.
         Na vida familiar, a educação é a causa dos casamentos felizes. Não há gritos e xingamento. O respeito e a tolerância imperam.
         Na vida profissional, é muito mais importante do que as pessoas pensam. As empresas estão priorizando mais a educação do que a capacitação. Elas justificam esse posicionamento: a empresa tem condiçoes de preparar o profissional  para o cargo ocupado, através de treinamentos, porém, não tem como educá-lo, pois é um processo que requer, além de pessoas especializadas, tempo. A educação é um processo lento, conscientizado e, o mais difÃcil, natural em qualquer circunstância: em casa, no trabalho, na rua, no trânsito …
         Diego Sartorato, em seu artigo “Malcriados custam US$ bi ao ano nos Estados Unidos”  (Revista  “Administrador”,  março/2010 - pg. 8), comentando  pesquisa da professora Christine Pearson, relatando a queda de produtividade por parte dos funcionários  que  têm  mau  comportamento.  “Só  para  resumir   a  lista das  más atitudes no espaço de trabalho: não dar crédito a quem merece, “roubar”  os bons serviços e só deixar os desagradáveis ou difÃceis para os outros, não arrumar a própria bagunça, ignorar colegas de serviço, fuçar  a  mesa  dos  outros,    não responder e-mails … O mau comportamento de uma única pessoa  pode  causar prejuÃzos até de milhões em uma grande companhia”, sentencia.
         Concluindo, uma pessoa educada , relaciona-se melhor, criando um ambiente satisfatório e calmo, onde reina o repeito e onde os profissionais trabalham em paz e produzindo.
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                                                              LINGUAGEM
         Ao relatar um fato, faça uma censura prévia e somente depois de uma análise, comente o assunto.
         A análise é uma espécie de filtro. Pergunte a você: verdade – o que vou contar é verdadeiro?; – bondade – o que vou contar  tem  bondade, isto é, é bom  para o outro?  e – necessidade – o  que  vou contar  é necessário, útil, melhora alguma coisa?
         Ao comentar algo que ouvimos, acarretará conseguência para nós ou para  alguém,  por isso  é  bom  pensar e   refletir antes de abrir  a boca.
         Algumas  pessoas  falam  simplesmente  por   falar  ou  porque   não atentaram que temos dois ouvidos e uma boca (devemos ouvir mais e falar menos) ou  porque são fofoqueiras. Falar  por falar, sem  levar  nenhuma mensagem positiva, é melhor ficar calada.
         No campo profissional, a palavra pesa mais do que no âmbito familiar e social. Em casa ou nas  festas  conversamos  sem  o  compromisso  de explicar relatórios, fichas e arquivos. Em casa, a conversa é mais leve   e os sorrisos mais constantes.
         Se você quiser que sua  palavra seja levada  a sério,  fale  sempre   a verdade e relate o fato realmente como aconteceu, sem aumentar ou emitir detalhes ou “puxar a sardinha para o seu  lado”. Quando  ouvir  comentários sobre uma terceira pessoa, procure ouvir as duas partes    e,  daà  sim,  tirar    as suas conclusões.
         Fofoca  não  é  coisa  de gente  séria. Por que  fofocar? Ajuda a  você? Melhora a sua vida? Melhora a vida do outro? O resultado é negativo para o fofoqueiro. As pessoas sérias, conhecendo-o, nada comentarão ao seu lado, pois até medo de serem envolvidas elas terão.
         O fato é uma coisa. A sua opinião é outra. O fato é real. Sua opinião é pessoal.
         É muito fácil opinar sobre a vida do outro. “- Ah! se eu fosse ele, agiria de maneira diferente.”. Esta  frase  muito  usada  é  comentário  que   não beneficia ninguém. Será que você tomaria melhores decisões?  Pense nisso.
         O conselho é uma ato caridoso e reflete bondade, ajuda, solidariedade e amizade. O julgamento é negativo e transmite egoÃsmo e falsidade.
         Quando o comentário   e  a  conversa  transmitem mensagens que nos ajudam a viver, ouvimos atentamente  e  não  esquecemos. Isso demonstra que quem está transmitindo aquela  mensagem  é  uma pessoa confiável, de caráter e serve-nos de exemplo.
         Faça   da   conversa  um  momento  de  prazer, tendo a alegria como parceira da verdade e do elogio. Agindo assim,  você  estará  ajudando  as  pessoas  e contribuindo para uma amizade duradoura.